Vejo teus olhos,
Como poeta admirando os versos
Como um deus, criando e recriando seu universo
Vejo teus olhos, aflito e perplexo
Como poeta admirando os versos
Como um deus, criando e recriando seu universo
Vejo teus olhos, aflito e perplexo
Vejo teus olhos
Sorrindo como uma criança arteira,
Chorando como a alegria de uma chegada
Vejo os teus olhos, e fora eles não há mais nada.
Pois o meu mundo é criado a partir deles
E parece vir deles a energia que me acalma e me sustenta
Equivocada é a sensação de que tua lágrima possa me cegar
Vejo teus olhos, e eles ìnvadem sem premisa, esse meu olhar.
Vejo teus olhos, essas armadilhas que me prenderam
E que já ousaram me ferir
Hoje não sou mais presa, pois já não sinto necessidade dessa iname caçada
Aprendi que dessa prisão jamais irei querer fugir
Pois foi através de teus olhos, que pude perceber
A beleza desse universo que existe dentro de você.
E que todos os dias, são eles, os seus olhos
A única coisa que sinto necessidade em ver.

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