E aqui estou mais uma vez.
No meio do cotidiano enfurecido dos mundos que percorro, me deparo novamente com o aclamado som das teclas e o pulsar não linear dos meus devaneios que me movem por aí. De trilha sonora, uma linda cantora que se foi dizendo que “Love is a losing game” . Se eu tivesse dois dedos de conversa com ela, diria para ela que no final não é o amor que é um jogo perdido. É o jogo que é impossível ganhar...
Sem saber estamos presos a um universo de coincidências inconcussas que no final não irão nos levar a lugar a algum.
Mas hoje, por mais que estas linhas confusas e tortas que meus pensamentos percorrem insistam em me seduzir não vou me deixar levar;··.
As obrigações se multiplicam em crise a um momento que confunde tristeza e alegria, perspicácia com nostalgia. Um momento capaz de confundir tudo aquilo que ainda quero ser, com o todo que já fui um dia.
“Que deus me guarde pois eu sei que ele não é neutro”, dizia o cronista disfarçado de rapper.
É só o que eu almejo de hoje até sempre;

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